segunda-feira, 14 de setembro de 2009


Cara Família Cortez,


Hoje acrescento ao blog uma curiosidade eventualmente interessante para todos, mas que poderá desencadear uma busca genealógica por parte do ramo brasileiro da Família Cortez.
Trata-se de uma certidão, emitida pela Arquidiocese do Rio de Janeiro, e que, para o caso de não conseguirem ler o anexo, reza o seguinte:


" Archidiocese do Rio de Janeiro, Freguesia de S. José - Aos doze do mez de Fevereiro de 1910, nesta Matriz, Germano Augusto Ferreira, viúvo de Carolina Veiga Teixeira, filho de Manuel Luiz Ferreira e Antónia Carolina Bastos Ferreira, baptisado na Parochia de São Thiago de Estarreja - Baduido - Diocese do Porto, de 61 anos, casou-se com Judith Beatriz Ferreira. O Coadjutor, P. Paulo Stamile. "


Esclareço que este nosso antepassado era irmão da avó Camila Eduarda Ferreira, mãe do nosso avô Alfredo Ferreira Cortez, nascido em Estremoz em 29 de Julho de 1880.
Até breve,
Manuel A. Cortez Silva Lopes

3 comentários:

  1. Este senhor deve ser pai ou tio do primo direito do avô Alfredo Cortez, Henrique Vaz de Andrade Basto Ferreira, que foi presidente, durante vinte e tal anos, da Comissão de Vigilãncia do Castelo de Santa Maria da Feira. Tenho uma autobiografia manuscrita dele que, logo que tenha tempo, vou dar uma vista de olhos para ver se há alguma ligação.
    Joana Cortez

    ResponderEliminar
  2. Boa ideia. Tenho a certidão de baptismo de vários irmãos desse parente Germano. Talvez ajude a pesquisar.

    Manel

    ResponderEliminar
  3. Que incrível, então tivemos antepassados que já vieram para o Brasil antes de nós... pena que, pelos vistos, ainda não figurava o nome "Cortez", que deve ter surgido a partir do pai do "nosso" Alfredo Cortez (nosso bisavô aqui para os do Brasil, mais os Palhas e Herédias, e vosso avô, dos Silva Lopes. Desta forma seria mais fácil a identificação de outros Cortez aqui no Brasil. Mas já adianto que, Cortez, há muito poucos. Tenho uma amiga Dayse Cortez, que não tem ligação alguma com Portugal... mas vamos continuando as nossas arqueologias! Filipa Cortez

    ResponderEliminar