MariaA Família Cortez acaba de viver dez dias com um significado muito especial.
Em vésperas de regressar ao Brasil, a Maria trocou eventuais apelos de viagens pela Europa mais atractivos para a sua idade e veio até Portugal, num mergulho profundo nas suas raízes familiares.
Do que a Maria ficou a pensar, só ela própria se poderá pronunciar.
Mas, para a Família Cortez no seu todo, estes dez dias vieram dar um novo impulso a uma união entre pessoas do mesmo sangue espalhadas por quatro continentes.
O primeiro passo recente foi dado pela Belinha, ao promover o inesquecível Almoço da Família Cortez em Azeitão. Nessa altura, procurou fazer-se o “inventário” da Família, recolhendo nomes, moradas e contactos.
Do sem número de mensagens, telefonemas e conversas tidas para completar tal tarefa, foi-se-nos, em todos, interiorizando a grande perca de contactos familiares que o tempo e as vicissitudes da vida tinham instalado entre muitos de nós.
Nem era preciso falar no Brasil… Ente Lisboa e Porto já havia uma certa falta de “intimidade” familiar que, para muitos de nós, o almoço em Azeitão se encarregou de colmatar.
Mas com o Brasil a falha era mais complicada… Grande parte do clã brasileiro era pura e simplesmente desconhecido para uma parte já significativa da Família Cortez!
Isso já não acontece, hoje em dia, graças aos contactos recolhidos e aos posteriormente mantidos via www. Mas, costumamos dizer, sabia a pouco. Faltava um contacto pessoal que nos aproximasse mais.
E veio a Maria!
Esteve entre nós, viveu o nosso dia-a-dia, conviveu em nossas casas, mas também partilhou, em tão pouco tempo, de momentos para nós importantes: conheceu a decana da Família, a Tia-Bisavó Lourdes, logo no momento em que desembarcou em Portugal; assistiu ao lançamento de um livro do seu Tio-Bisavô Carlos; participou na festa de despedida da sua prima Vera, de partida para Madrid, numa nova etapa da sua vida profissional. Tudo isto – e muito mais – em apenas dez dias!
Todos gostamos da Maria e através dela reforçamos o que já sentíamos pela nossa família no Brasil. Com o seu calor e simpatia, aproximou-nos a todos um pouco mais.
Há, agora, que seguir o exemplo!
Sempre que puderem, venham até Portugal, serão bem-vindos! Se pudermos, faremos o mesmo em relação ao Brasil.
Mas, entretanto, não deixemos morrer o “espírito de Azeitão” e continuemos a estreitar os nossos contactos familiares via Blog, Facebook, e-mail, telefone ou outros meios tão fáceis de usar, para que não volte a desenvolver-se um afastamento semelhante ao que existiu até 2009. Este é um apelo também dirigido aos mais novos.
E tu, Maria, volta para o Brasil, onde te esperam com compreensíveis saudades, e conta o que viste e sentiste. Sê a nossa representante no Brasil e tenta que mais parentes nos venham conhecer.
Boa viagem, felicidades e obrigado pela visita!